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ONU apela ao fim das gravatas em nome do ambiente

11 Agosto 2008

Franquicias en Portugal

Imagen de ONU apela ao fim das gravatas em nome do ambiente

Salas de trabalho e edifícios públicos estão mais quentes também em Espanha e no Japão
«Fim às gravatas». O apelo é das Nações Unidas, tudo em nome do ambiente.

No início deste mês, o secretário-geral da organização, Ban Ki-moon, lançou a «Cool UN», um apelo a quem visita as instalações das Nações Unidas para que não use gravata, de forma a permitir reduzir o uso do ar condicionado, e aumentar a temperatura das salas em dois graus.

O traje informal, sem grava nem casaco, permitirá poupar qualquer coisa como cem mil dólares (66 mil euros) num mês e evitar a emissão de 300 toneladas de dióxido de carbono. Em termos anuais, a poupança deverá rondar um milhão de euros (665 mil euros) e obrigará a que no Inverno as salas fiquem mais frias, forçando os funcionários a recorrerem a roupas mais quentes.

O apelo foi ouvido um pouco por todo o Mundo. Na vizinha Espanha, por exemplo, o Governo apresentou já um Plano de Eficiência Energética. Entre as medidas está o aumento da temperatura dentro do Parlamento e outros edifícios públicos climatizados para 26 graus, obrigando a vestuário mais fresco. No Japão, os fatos deram lugar às camisas e t-shirts de manga curta. A temperatura dentro das empresas e edifícios públicos é de 28 graus.

Em Portugal, não há notícia de que o Plano de Eficiência Energética lançado pelo ministro da Economia, Manuel Pinho, inclua qualquer indicação no sentido de tornar o vestuário dos membros do Executivo mais informal e fresco.

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